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    <title>Todos os Nomes Podcast</title>
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    <description>Curta sem modera&#231;&#227;o</description>
    <language>pt-br</language>
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    <pubDate>Sat, 17 Jan 2009 20:59:38 GMT</pubDate>
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    <itunes:author>Marcelo Inacio</itunes:author>
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      <title>Todos os Nomes - Reggae</title>
      <description>A demora desta vez foi com o texto que comenta as escolhas. O Podcast Reggae chegou antes, sob influ&#234;ncia do programa Tambores, da r&#225;dio Oi FM, que ouvi dia desses num domingo ensolarado em que fiquei preso no apartamento.

Escolhi mais tr&#234;s m&#250;sicas para somar &#224; sele&#231;&#227;o que pesquei do programa no r&#225;dio. Uma delas abre o Podcast: "Brixton, bronx ou baixada", &#233; composi&#231;&#227;o de Marcelo Yuka e Nelson Meirelles, antigo baixista da banda e produtor dos dois primeiros cds do Cidade Negra, substitu&#237;do por Lauro Farias a partir do Disco Rappa Mundi.

Tem uma hist&#243;ria longa na internet sobre o come&#231;o do Rappa, que conta essa parceria com Nelson Meirelles. E endere&#231;o &#233;: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Rappa.

Segunda m&#250;sica da sele&#231;&#227;o &#233; uma das minhas cantoras preferidas atualmente. Rira Ribeiro nasceu em S&#227;o Benedito do Rio Preto, interior do Maranh&#227;o. Ainda pequena mudou-se para S&#227;o Lu&#237;s, onde, aos 15 anos, come&#231;ou a cantar. Montou um coral, Vira Mundo, s&#243; com m&#250;sica popular e chegou a fazer vocal para Josias Sobrinho e C&#233;sar Teixeira.

S&#243; em 97 o primeiro CD foi lan&#231;ado, pela gravadora Velas. O CD trouxe as influ&#234;ncias de Rita no Maranh&#227;o, como a m&#250;sica Cocada, de Mestre Ant&#244;nio Vieira, al&#233;m de composi&#231;&#245;es de Zeca Baleiro e Chico C&#233;sar. No segundo CD, em 98, n&#227;o faltaram Zeca, Chico e Ant&#244;nio Vieira, mas Rita abriu espa&#231;o para algumas novas compositoras que teve contato em S&#227;o Paulo. Voc&#234; ouve "Filhos da Precis&#227;o", de Erasmo Dibel, na sua voz particular.

"A Flecha e o Vulc&#227;o", de Toni Garrido, Da Gama, Laz&#227;o e Bino Farias, aparece em 2000, compondo o s&#233;timo CD da banda Cidade Negra (Enquanto o Mundo Gira), talvez aquele que mais tenha se afastado do estilo reggae, beirando ali o Pop. "Vou fazer filhote no Brasil, lavar a alma!" &#233; a frase que esteve na boca das pessoas por um temp&#227;o.

Na seq&#252;&#234;ncia, apelo para o cl&#225;ssico "Extra" (1983), que o Gil canta no disco Kaya N'Gandaya Ao Vivo, do ano de 2003. Pesquisando pra escrever esse Podcast, descobri uma hist&#243;ria engra&#231;ada de um personagem bem conhecido pelos nordestinos. Quase ao final do show Kaya n&#8217;Gandaya, Gilberto Gil lembrou de hist&#243;ria, ocorrida em 1975, durante turn&#234; do show Refazenda pelo Nordeste.

"Na estrada, coloquei para tocar na Veraneio em que viaj&#225;vamos uma fita com m&#250;sicas de Bob Marley. Ao ouvir, Dominguinhos (o sanfoneiro que &#224; &#233;poca tocava na banda do cantor) comentou: 'Isso &#233; que &#233; reggae. Pra mim, isso &#233; um xotezinho safado'." 

Francisco C&#233;sar Gon&#231;alves, nascido em janeiro de 1964 na cidade de Catol&#233; do Rocha (450 km de Jo&#227;o Pessoa), &#233; o mais novo dos sete filhos de Dona Etelvina e Seu Francisco. Morou com a fam&#237;lia at&#233; os 8 anos na zona rural da cidade, mas t&#227;o logo foi colocado numa escola de freiras largou a enxada para se dedicar aos estudos.

Aos 16 anos, Chico C&#233;sar mudou-se para Jo&#227;o Pessoa e entrou no grupo Jaguaribe Carne, que fazia m&#250;sica e poesia experimentais nas universidades e j&#225; apareceu aqui no Podcast, l&#225; atr&#225;s. O CD Cuscuz Cl&#227; saiu em 1996 e Chico C&#233;sar regravou, agora em est&#250;dio, sucessos "&#192; primeira vista" e "Mama &#193;frica", o que as fez conquistarem alcance nacional. O disco tamb&#233;m marcou as primeiras parcerias do paraibano com o maranhense Zeca Baleiro, uma delas a m&#250;sica "Mandela", que voc&#234; ouve nesta sele&#231;&#227;o.

A &#250;ltima m&#250;sica &#233; uma homenagem esse ninja que est&#225; presente na carreira de tanta gente boa. Zeca Baleiro gravou "Dod&#243;i" no disco Por Onde Andar&#225; Stephen Fry?, produzido por Marco Mazzola (1997) e vendeu mais 70 mil c&#243;pias, um n&#250;mero muito significativo para um &#225;lbum de estr&#233;ia. Precisa dizer mais? Curta sem modera&#231;&#227;o.</description>
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      <pubDate>Tue, 25 Dec 2007 22:16:59 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-11</dcterms:modified>
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      <dc:creator>Marcelo Inacio</dc:creator>
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Escolhi mais tr&#234;s m&#250;sicas para somar &#224; sele&#231;&#227;o que pesquei do programa no r&#225;dio. Uma delas abre o Podcast: "Brixton, bronx ou baixada", &#233; composi&#231;&#227;o de Marcelo Yuka e Nelson Meirelles, antigo baixista da banda e produtor dos dois primeiros cds do Cidade Negra, substitu&#237;do por Lauro Farias a partir do Disco Rappa Mundi.

Tem uma hist&#243;ria longa na internet sobre o come&#231;o do Rappa, que conta essa parceria com Nelson Meirelles. E endere&#231;o &#233;: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Rappa.

Segunda m&#250;sica da sele&#231;&#227;o &#233; uma das minhas cantoras preferidas atualmente. Rira Ribeiro nasceu em S&#227;o Benedito do Rio Preto, interior do Maranh&#227;o. Ainda pequena mudou-se para S&#227;o Lu&#237;s, onde, aos 15 anos, come&#231;ou a cantar. Montou um coral, Vira Mundo, s&#243; com m&#250;sica popular e chegou a fazer vocal para Josias Sobrinho e C&#233;sar Teixeira.

S&#243; em 97 o primeiro CD foi lan&#231;ado, pela gravadora Velas. O CD trouxe as influ&#234;ncias de Rita no Maranh&#227;o, como a m&#250;sica Cocada, de Mestre Ant&#244;nio Vieira, al&#233;m de composi&#231;&#245;es de Zeca Baleiro e Chico C&#233;sar. No segundo CD, em 98, n&#227;o faltaram Zeca, Chico e Ant&#244;nio Vieira, mas Rita abriu espa&#231;o para algumas novas compositoras que teve contato em S&#227;o Paulo. Voc&#234; ouve "Filhos da Precis&#227;o", de Erasmo Dibel, na sua voz particular.

"A Flecha e o Vulc&#227;o", de Toni Garrido, Da Gama, Laz&#227;o e Bino Farias, aparece em 2000, compondo o s&#233;timo CD da banda Cidade Negra (Enquanto o Mundo Gira), talvez aquele que mais tenha se afastado do estilo reggae, beirando ali o Pop. "Vou fazer filhote no Brasil, lavar a alma!" &#233; a frase que esteve na boca das pessoas por um temp&#227;o.

Na seq&#252;&#234;ncia, apelo para o cl&#225;ssico "Extra" (1983), que o Gil canta no disco Kaya N'Gandaya Ao Vivo, do ano de 2003. Pesquisando pra escrever esse Podcast, descobri uma hist&#243;ria engra&#231;ada de um personagem bem conhecido pelos nordestinos. Quase ao final do show Kaya n&#8217;Gandaya, Gilberto Gil lembrou de hist&#243;ria, ocorrida em 1975, durante turn&#234; do show Refazenda pelo Nordeste.

"Na estrada, coloquei para tocar na Veraneio em que viaj&#225;vamos uma fita com m&#250;sicas de Bob Marley. Ao ouvir, Dominguinhos (o sanfoneiro que &#224; &#233;poca tocava na banda do cantor) comentou: 'Isso &#233; que &#233; reggae. Pra mim, isso &#233; um xotezinho safado'." 

Francisco C&#233;sar Gon&#231;alves, nascido em janeiro de 1964 na cidade de Catol&#233; do Rocha (450 km de Jo&#227;o Pessoa), &#233; o mais novo dos sete filhos de Dona Etelvina e Seu Francisco. Morou com a fam&#237;lia at&#233; os 8 anos na zona rural da cidade, mas t&#227;o logo foi colocado numa escola de freiras largou a enxada para se dedicar aos estudos.

Aos 16 anos, Chico C&#233;sar mudou-se para Jo&#227;o Pessoa e entrou no grupo Jaguaribe Carne, que fazia m&#250;sica e poesia experimentais nas universidades e j&#225; apareceu aqui no Podcast, l&#225; atr&#225;s. O CD Cuscuz Cl&#227; saiu em 1996 e Chico C&#233;sar regravou, agora em est&#250;dio, sucessos "&#192; primeira vista" e "Mama &#193;frica", o que as fez conquistarem alcance nacional. O disco tamb&#233;m marcou as primeiras parcerias do paraibano com o maranhense Zeca Baleiro, uma delas a m&#250;sica "Mandela", que voc&#234; ouve nesta sele&#231;&#227;o.

A &#250;ltima m&#250;sica &#233; uma homenagem esse ninja que est&#225; presente na carreira de tanta gente boa. Zeca Baleiro gravou "Dod&#243;i" no disco Por Onde Andar&#225; Stephen Fry?, produzido por Marco Mazzola (1997) e vendeu mais 70 mil c&#243;pias, um n&#250;mero muito significativo para um &#225;lbum de estr&#233;ia. Precisa dizer mais? Curta sem modera&#231;&#227;o.</itunes:summary>
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      <title>Todos Os Nomes - Samba rock e a Vanguarda</title>
      <description>&lt;img src="http://marceloinacio.podOmatic.com/mymedia/thumb/1051356/0x0_723018.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A retomada do Podcast Todos os Nomes acontece em grande estilo, costurando uma longa hist&#243;ria musical cinq&#252;enten&#225;ria, contada atrav&#233;s da influ&#234;ncia do samba rock. &#201;, voc&#234; j&#225; deve ter desconfiado, estou falando mesmo de Jorge Ben (Jor) e dessa mania de suingar que ele institucionalizou no Brasil e em outros pa&#237;ses. Tem uma reca de gente que mexe com isso, que avan&#231;a, retorna, repete aquilo que muita gente conheceu atrav&#233;s dos cl&#225;ssicos. No entanto, n&#227;o &#233; minha inten&#231;&#227;o fazer uma homenagem &#224; Jorge Ben (Jor) - essa ainda vai acontecer, mas n&#227;o agora. Logo, misturei outras coisas.

A primeira da sele&#231;&#227;o &#233; dele, Cad&#234; o Penalty (A Banda do Z&#233; Pretinho, 1978). No ano de lan&#231;amento deste disco, Jorge Ben (Jor) tinha uma carreira de 15 anos e j&#225; tinha rodado o mundo. Em 1972, ele excursionou pelo Jap&#227;o, Fran&#231;a (em Cannes) e pela It&#225;lia despachando malandragem com uma afina&#231;&#227;o bem peculiar. Com ele nas apresenta&#231;&#245;es estava o Trio Mocot&#243;, parceiros desde o encontro na boate Jogral, em S&#227;o Paulo, mas que tocaram juntos no IV Festival Internacional da Can&#231;&#227;o (1969), interpretando a m&#250;sica "Charles anjo 45". Dizem que o nome do Trio &#233; cria&#231;&#227;o de Jorge Ben (Jor) e Nereu, em homenagem ao mocot&#243; das mo&#231;as que desfilvam de minisaias. Nereu deixou o Trio Mocot&#243; e lan&#231;ou Samba Power (2005), de onde vem a segunda da sele&#231;&#227;o, Vem Sambar. 

A influ&#234;ncia do samba rock de Jorge Ben (Jor) se multiplica nos ritmos e ganha novas cores, por exemplo, com o sambalan&#231;o do Funk Como Le Gusta, surgido na periferia de S&#227;o Paulo no final da d&#233;cada de 1990. Aqui, na voz de Paula Lima, tem mais express&#227;o a m&#250;sica Meu Guarda-chuva, do disco Roda de Funk, reeditado em 2000 pela Trama. &#201; expl&#237;cita mesmo a mesti&#231;agem com compositores como Carlos Daf&#233;, Bebeto e Wilson Simonal. Qualidade desde muito tempo.

Mas &#233; do filho do Simonal uma frase emblem&#225;tica: o futuro pertence &#224; jovem vanguarda. Max de Castro abre o disco Orchestra Klaxon (que j&#225; apareceu aqui no Podcast) com essa m&#250;sica. Nada mais curioso, porque vanguarda existe sempre, mesmo no passado (olhando o horizonte e desequilibrando o presente). Max vem nesta sele&#231;&#227;o com Assim &#201;... Se Lhe Parece (Balan&#231;o das Horas, 2006).

Antes dele, na vanguarda, estiveram Os Novos Baianos que - aqui no Podcast - aparecem na seq&#252;&#234;ncia com a m&#250;sica Tinindo Trincando (Acabou Chorare, 1972). Na &#233;poca que gravaram esse seu segundo disco, eles passaram a morar comunitariamente em um s&#237;tio localizado em Vargem Grande (RJ), onde ensaiavam, compunham e jogavam futebol.

Finalizando o Podcast, um craque da rabeca que nasceu na cena do Mangue Beat, andou o mundo ao lado da guitarra e dos samplers do DJ Dolores e hoje se aventura numa carreira solo, premiada com a sele&#231;&#227;o para a edi&#231;&#227;o 2007 do Projeto Pixinginha. Maciel Sal&#250; come&#231;ou com Os Quentes do Forr&#243; e o Sonho da Rabeca, ao lado do seu pai e dos seus irm&#227;os. 

Mas o caboclo encontrou seu caminho com a banda Terno do Terreiro e j&#225; lan&#231;ou o segundo disco, Na Luz do Carbureto (2006). A m&#250;sica que encerra tem o mesmo nome do disco. Quanta vanguarda cabe em tanta simplicidade?</description>
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      <pubDate>Fri, 02 Nov 2007 17:57:01 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-15</dcterms:modified>
      <dcterms:created>2007-11-02</dcterms:created>
      <link>http://marceloinacio.podOmatic.com</link>
      <dc:creator>Marcelo Inacio</dc:creator>
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A primeira da sele&#231;&#227;o &#233; dele, Cad&#234; o Penalty (A Banda do Z&#233; Pretinho, 1978). No ano de lan&#231;amento deste disco, Jorge Ben (Jor) tinha uma carreira de 15 anos e j&#225; tinha rodado o mundo. Em 1972, ele excursionou pelo Jap&#227;o, Fran&#231;a (em Cannes) e pela It&#225;lia despachando malandragem com uma afina&#231;&#227;o bem peculiar. Com ele nas apresenta&#231;&#245;es estava o Trio Mocot&#243;, parceiros desde o encontro na boate Jogral, em S&#227;o Paulo, mas que tocaram juntos no IV Festival Internacional da Can&#231;&#227;o (1969), interpretando a m&#250;sica "Charles anjo 45". Dizem que o nome do Trio &#233; cria&#231;&#227;o de Jorge Ben (Jor) e Nereu, em homenagem ao mocot&#243; das mo&#231;as que desfilvam de minisaias. Nereu deixou o Trio Mocot&#243; e lan&#231;ou Samba Power (2005), de onde vem a segunda da sele&#231;&#227;o, Vem Sambar. 

A influ&#234;ncia do samba rock de Jorge Ben (Jor) se multiplica nos ritmos e ganha novas cores, por exemplo, com o sambalan&#231;o do Funk Como Le Gusta, surgido na periferia de S&#227;o Paulo no final da d&#233;cada de 1990. Aqui, na voz de Paula Lima, tem mais express&#227;o a m&#250;sica Meu Guarda-chuva, do disco Roda de Funk, reeditado em 2000 pela Trama. &#201; expl&#237;cita mesmo a mesti&#231;agem com compositores como Carlos Daf&#233;, Bebeto e Wilson Simonal. Qualidade desde muito tempo.

Mas &#233; do filho do Simonal uma frase emblem&#225;tica: o futuro pertence &#224; jovem vanguarda. Max de Castro abre o disco Orchestra Klaxon (que j&#225; apareceu aqui no Podcast) com essa m&#250;sica. Nada mais curioso, porque vanguarda existe sempre, mesmo no passado (olhando o horizonte e desequilibrando o presente). Max vem nesta sele&#231;&#227;o com Assim &#201;... Se Lhe Parece (Balan&#231;o das Horas, 2006).

Antes dele, na vanguarda, estiveram Os Novos Baianos que - aqui no Podcast - aparecem na seq&#252;&#234;ncia com a m&#250;sica Tinindo Trincando (Acabou Chorare, 1972). Na &#233;poca que gravaram esse seu segundo disco, eles passaram a morar comunitariamente em um s&#237;tio localizado em Vargem Grande (RJ), onde ensaiavam, compunham e jogavam futebol.

Finalizando o Podcast, um craque da rabeca que nasceu na cena do Mangue Beat, andou o mundo ao lado da guitarra e dos samplers do DJ Dolores e hoje se aventura numa carreira solo, premiada com a sele&#231;&#227;o para a edi&#231;&#227;o 2007 do Projeto Pixinginha. Maciel Sal&#250; come&#231;ou com Os Quentes do Forr&#243; e o Sonho da Rabeca, ao lado do seu pai e dos seus irm&#227;os. 

Mas o caboclo encontrou seu caminho com a banda Terno do Terreiro e j&#225; lan&#231;ou o segundo disco, Na Luz do Carbureto (2006). A m&#250;sica que encerra tem o mesmo nome do disco. Quanta vanguarda cabe em tanta simplicidade?</itunes:summary>
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      <title>Podcast Todos os Nomes - Filosofia V&#227;</title>
      <description>&lt;img src="http://marceloinacio.podOmatic.com/mymedia/thumb/1051356/0x0_723019.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;O tema escolhido &#233; "Filosofia V&#227;". O nome, que est&#225; no refr&#227;o da m&#250;sica de Chico C&#233;sar, d&#225; o tom nas letras das m&#250;sicas escolhidas para este podcast: todas com uma abordagem social.
Quem abre a sele&#231;&#227;o &#233; Luiz Melodia, que gravou em 1997 o disco "14 Quilates", depois de seis de anos sem lan&#231;ar disco com can&#231;&#245;es in&#233;ditas. A m&#250;sica "Pra qu&#234;?" &#233; dele e de Ricardo Augusto. Logo em seguida, tem Chico C&#233;sar e sua voz caceteira. "Clandestino" &#233; do disco "Aos Vivos", de 1995.
"Relampiando" &#233; de Paulinho Moska e Lenine. Nessa vers&#227;o, gravada por Lenine no disco "Na Press&#227;o", de 1999, Dominguinhos tem grande participa&#231;&#227;o. A voz dele, no finalzinho da m&#250;sica, d&#225; um toque ainda mais bonito. Assim como a participa&#231;&#227;o de Milton Nascimento na m&#250;sica "Bai&#227;o de C&#226;mara" (de Thomas Saboga e Thiago Amud), interpretada por Simone Guimar&#227;es. A can&#231;&#227;o est&#225; no rec&#233;m-lan&#231;ando "Flor de P&#227;o" (2007), seu sexto CD.
Dos vizinhos Jaguaribe Carne, aqui da Para&#237;ba, "Robin Hood P&#243;s, Pois", do disco "Vem no Vento", de 2003. Eles tamb&#233;m est&#227;o na colet&#226;nia "Music from Northeast". "Aluga-se", de Raul Seixas e Cl&#225;udio Roberto, fecha a sele&#231;&#227;o. O cl&#225;ssico que foi regravado pelos Tit&#227;s est&#225; no disco "Abre-te S&#233;samo", de 1980.</description>
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      <pubDate>Tue, 15 May 2007 19:13:50 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Marcelo Inacio</dc:creator>
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      <itunes:summary>O tema escolhido &#233; "Filosofia V&#227;". O nome, que est&#225; no refr&#227;o da m&#250;sica de Chico C&#233;sar, d&#225; o tom nas letras das m&#250;sicas escolhidas para este podcast: todas com uma abordagem social.
Quem abre a sele&#231;&#227;o &#233; Luiz Melodia, que gravou em 1997 o disco "14 Quilates", depois de seis de anos sem lan&#231;ar disco com can&#231;&#245;es in&#233;ditas. A m&#250;sica "Pra qu&#234;?" &#233; dele e de Ricardo Augusto. Logo em seguida, tem Chico C&#233;sar e sua voz caceteira. "Clandestino" &#233; do disco "Aos Vivos", de 1995.
"Relampiando" &#233; de Paulinho Moska e Lenine. Nessa vers&#227;o, gravada por Lenine no disco "Na Press&#227;o", de 1999, Dominguinhos tem grande participa&#231;&#227;o. A voz dele, no finalzinho da m&#250;sica, d&#225; um toque ainda mais bonito. Assim como a participa&#231;&#227;o de Milton Nascimento na m&#250;sica "Bai&#227;o de C&#226;mara" (de Thomas Saboga e Thiago Amud), interpretada por Simone Guimar&#227;es. A can&#231;&#227;o est&#225; no rec&#233;m-lan&#231;ando "Flor de P&#227;o" (2007), seu sexto CD.
Dos vizinhos Jaguaribe Carne, aqui da Para&#237;ba, "Robin Hood P&#243;s, Pois", do disco "Vem no Vento", de 2003. Eles tamb&#233;m est&#227;o na colet&#226;nia "Music from Northeast". "Aluga-se", de Raul Seixas e Cl&#225;udio Roberto, fecha a sele&#231;&#227;o. O cl&#225;ssico que foi regravado pelos Tit&#227;s est&#225; no disco "Abre-te S&#233;samo", de 1980.</itunes:summary>
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      <title>Podcast Todos os Nomes 2 - Vanessa Campos</title>
      <description>Minha rela&#231;&#227;o com a m&#250;sica &#233; realmente uma coisa pessoal. &#201; mais uma rela&#231;&#227;o com os artistas, com as hist&#243;rias das composi&#231;&#245;es, com o lance de como ele chegou ali. N&#227;o sei... gosto das coisas mais inesperadas e de fazer historinhas com as can&#231;&#245;es. N&#227;o me contento apenas com ouvir, quero saber como foi gravado, quando, quem participou, essas coisas que jornalista quer saber pra poder falar na roda de amigos e se amostrar bem muito. No caso desse Podcast. Eu resolvi criar um enredo, uma coisinha boba mesmo, s&#243; para ligar uma can&#231;&#227;o &#224; outra. A primeira delas, &#8220;Incompatibilidade de g&#234;nios&#8221; traz o maravilhoso Carlos Cacha&#231;a com Clementina de Jesus, essa entidade do samba. A composi&#231;&#227;o est&#225; no &#225;lbum Clementina convida Carlos Cacha&#231;a de 1979 e &#233; de autoria de Jo&#227;o Bosco e Aldir Blanc. A&#237; come&#231;a a minha historinha. Um casal se separando. Vamos pra frente. Fiquei pensando que depois dessa megera na vida dele, descrita na can&#231;&#227;o anterior, Carlos Cacha&#231;a bem que merecia uma namorada, uma dessas de arrasar quarteir&#227;o. Pensei ent&#227;o na &#8220;A Hist&#243;ria Da Morena Nua Que Abalou As Estruturas Do Esplendor Do Carnaval&#8221; de Max de Castro, do &#225;lbum Orquestra Klaxon, de 2002. Imagina, o Cacha&#231;a com uma morena dessas! Depois, uma pausa para a reflex&#227;o e a separa&#231;&#227;o de verdade, decis&#227;o em conjunto, com &#8220;Tive que Fugir&#8221; da pernambucana Eta Carinae, novo projeto do m&#250;sico e produtor cultural Dirceu Melo, que participou ativamente do movimento mangue na banda Jorge Cabeleira. O &#225;lbum &#233; de 2006, Mirando a Estrela. &#201; claro que algu&#233;m ia se arrepender no meio do caminho. E foi a mulher, a suposta megera. Eu escolhi a voz singular de Isaar de Fran&#231;a, quando ainda era uma das integrantes do Comadre Fulozinha, no Tributo Reiginaldo Rossi de 2000. A m&#250;sica &#8220;Desterro&#8221; &#233; um verdadeiro lamento, pedindo para voltar. Como homem decidido, o marido n&#227;o topou. Preferiu ficar na vida que estava, solteiro, livre, leve e solto. Junio Barreto ilustra bem essa sensa&#231;&#227;o de bem estar ao lado dos amigos em &#8220;Amigos Bons&#8221; de 2003. Humilhada, apelando para tudo, a mulher apela para o terreiro e pede a Rita Ribeiro que a socorra e pe&#231;a em &#8220;Ians&#227;&#8221; for&#231;a para conseguir o que quiser. A can&#231;&#227;o de Tecnomacumba, 2006, fecha o podcast com boas guitarras e um feiti&#231;o dos melhores. Sarav&#225;.</description>
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      <pubDate>Mon, 07 May 2007 21:55:08 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-12</dcterms:modified>
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      <dc:creator>Marcelo Inacio</dc:creator>
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      <title>Podcast Todos os Nomes 1</title>
      <description>&lt;img src="http://marceloinacio.podOmatic.com/mymedia/thumb/1051356/0x0_723020.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Inauguro maio com a experi&#234;ncia do primeiro &#225;udio no Podcast do Todos Os Nomes. Experi&#234;ncia mesmo, sem edi&#231;&#227;o, sem voz explicando as faixas, s&#243; a colagem de m&#250;sicas boas, diversificadas, de agora e de ontem, para come&#231;ar com o agrado aos ouvidos. Esse podcast inaugural tem seis m&#250;sicas. 

A primeira &#233; de Alceu Valen&#231;a (Pare, Repare, Respire), do disco Maracatus, Batuques e Ladeiras, de 1994. Depois tem Virg&#237;nia Rosa, que  aparece com Quero Estar S&#243; (de Candeia), do disco Samba a Dois (2006). As duas vozes femininas que se seguem j&#225; estiveram juntas na banda Comadre Florzinha. Alessandra Le&#227;o canta Desperta! do disco Brinquedo de Tambor (2006). Primeiro disco solo cheio de percuss&#227;o. Abre caminho para Isaar Fran&#231;a, que canta Satuba, em seu disco solo Azul Claro (2006). Quinta m&#250;sica nesta lista inaugural &#233; DonaZica com o cd Composi&#231;&#227;o (2003). O grupo tem &#224; frente Iara Renn&#243;, Anelis Assump&#231;&#227;o e Andr&#233;ia Dias. Para fechar bem, Los Sebosos Postizos. Quero Esquecer Voc&#234;, de Jorge Ben, esteve no repert&#243;rio do show que os mo&#231;os do Na&#231;&#227;o Zumbi e Mundo Livre S/A fizeram no Sesc Pomp&#233;ia, em 2004.</description>
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      <pubDate>Tue, 01 May 2007 18:06:58 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Marcelo Inacio</dc:creator>
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A primeira &#233; de Alceu Valen&#231;a (Pare, Repare, Respire), do disco Maracatus, Batuques e Ladeiras, de 1994. Depois tem Virg&#237;nia Rosa, que  aparece com Quero Estar S&#243; (de Candeia), do disco Samba a Dois (2006). As duas vozes femininas que se seguem j&#225; estiveram juntas na banda Comadre Florzinha. Alessandra Le&#227;o canta Desperta! do disco Brinquedo de Tambor (2006). Primeiro disco solo cheio de percuss&#227;o. Abre caminho para Isaar Fran&#231;a, que canta Satuba, em seu disco solo Azul Claro (2006). Quinta m&#250;sica nesta lista inaugural &#233; DonaZica com o cd Composi&#231;&#227;o (2003). O grupo tem &#224; frente Iara Renn&#243;, Anelis Assump&#231;&#227;o e Andr&#233;ia Dias. Para fechar bem, Los Sebosos Postizos. Quero Esquecer Voc&#234;, de Jorge Ben, esteve no repert&#243;rio do show que os mo&#231;os do Na&#231;&#227;o Zumbi e Mundo Livre S/A fizeram no Sesc Pomp&#233;ia, em 2004.</itunes:summary>
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